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quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Frentão de 800 em 15...

Quando eu voltava ontem de Florianópolis na companhia do Armindo, da Roseli e do Junqueira, perguntei sobre o tema que seria interessante abordar nesta semana aqui no blog, porque como estou disciplinando-me para escrever sem antecedência e diante dos inúmeros acontecimentos nos bastidores políticos dos últimos dias, eu não havia até então traçado o tópico do texto dessa semana.

Como sugestão, o Armindo indicou para que eu relatasse nossa viagem de 800 km em 15 horas! Achei que a combinação de 15 horas não fora casual, pois também fomos tratar de política em Florianópolis. 15 é o número do PMDB, que está com uma disposição clara de reestruturação partidária para o pleito de 2012 e deverá a partir de sábado contar com mais de 800 filiados em Joaçaba.

Diante das coincidências fiquei convencido de que deveria falar sobre nossa viagem!

Saímos com destino à Capital por volta das 6:00 horas, na expectativa da audiência com o Vice-Governador e presidente do PMDB em SC, até então marcada para o meio dia. Entre retas e curvas da estrada, uma conversa e outra, chegamos ao dito Frentão Político que se vislumbrou no final de semana. Legitimado e oficialmente, segundo o presidente Zé, ninguém do PMDB deveria tratar disso. Escrevi Frentão maiúsculo pelo tamanho da afronta com gosto de gregarismo dominador para aqueles que esperam uma solução rápida para as decepções que a história nos tem reservado, mas que não tem retração à discussão e ao embate democrático de cara limpa e com definição política clara - que é o único meio de viver na essência a democracia – é o que o tal do Frentão está me parecendo.

Escrevo isto, pois como homem público receio que o subjetivismo é muito perigoso de praticar, principalmente na atividade política, porque achar que tal coisa é boa e certa – mesmo que com toda boa vontade do mundo-, mas sem pensar a sério se aquilo é realmente bom e certo, é extremamente perigoso. Todos nós já vimos na TV os espetáculos de uma imensa boiada, onde vaqueiros ágeis tangem o gado, e na frente um deles – o ponteiro carrega o berrante, que com um som rouco e bem lamentoso, faz com que a boiada inteira se movimente. Há muitos homens e mulheres que têm alma de boi e pensamento de boiada, que não seguem a voz da consciência, mas obedecem cegamente ao som do berrante que buzina mais alto, achando estarem na onda, na moda, na indicação de pesquisas, etc...e posteriormente reconhecem o erro cometido por achar que estavam fazendo o melhor. O erro da boiada que segue o berrante é o abate! E a conseqüência do erro na decisão política?

Nossa viagem serviu para reconhecer a existência de uma pluralidade de opiniões discrepantes em relação ao processo eleitoral do ano que vem, de reafirmarmos o compromisso de nosso partido com o município de Joaçaba visando à promoção da política em sentido amplo, que visa o bem comum e também de termos conseguido o consenso de que o PMDB não deixará se cooptar pelo ponteiro da boiada ou seguirá o som do berrante, mas sim ouvirá sua brava militância para que muitos 800 km sejam rodados e o nosso 15 fique cada vez mais fortalecido em sua unidade.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Salve o Manda Brasa!

Me atenho esta semana a falar um pouco do meu partido, porque diante do prazo findo para a dança das cadeiras nos partidos políticos que se encerra no próximo dia 07, são inevitáveis as discussões  em nossa cidade sobre o desenrolar desta etapa de articulações que culminará no pleito eleitoral de 2012. 

Como toda sociedade é testemunha, o PMDB nasceu em nome da democracia e liberdade, sendo o partido das grandes causas nacionais. Em todos os momentos de transformação da sociedade brasileira nos últimos 45 anos, nossa legenda esteve sempre na linha de frente para defender os interesses do povo brasileiro. E o fez porque soube interpretar o sentimento popular!

Nesta ótica eu poderia descrever alguns fatos da história política de Santa Catarina que possam estar fugindo de nossa memória - principalmente da minha, pois não tive o privilégio de vivênciar os mais importantes devido a idade, mas que apaixonadamente pesquisei ao longo de minha vida pública e sei que marcaram a relação de compromissos do MDB com nosso Estado, como a eleição do Governador Pedro Ivo Campos em 1986, que derrubou as forças oligárquicas que dominavam Santa Catarina. Mas quero concentrar-me um pouquinho em nossa cidade, em nossa realidade.

O PMDB se confunde com a história de Joaçaba! Não falo somente de histórias de administrações do município que por mais de 20 anos teve a participação de bravos companheiros à frente da Prefeitura Municipal firmando suas competências na administração pública, mas sim de resgatar nos 45 anos, a história de homens, mulheres, guereiros, injustiçados que militaram no partido, devolvendo-lhes o reconhecimento pela conquista deste referencial da política joaçabense chamado PMDB. Falo de histórias de vitórias como as eleições 1988, de batalhas como as eleições de 2000 e de traições como as vividas em 2008. A história do MDB é a história de seus fundadores, de seus militantes que envolvidos no espírito libertário e democrático, honestamente lutam por essas verdades até hoje e, com toda maturidade política reconhecem que já fizeram muito por Joaçaba, mas não fizeram tudo. 

É possível que o PMDB tenha exagerado no seu compromisso com a governabilidade de Joaçaba, mas temos consciência de nosso tamanho e de nossa importância, e sabemos que, em muitas ocasiões, como a que vivemos administrativamente em nosso município, só o PMDB pode sustentar a governabilidade, ou inviabilizar o governo. Apesar de tudo, tem prevalecido internamente a posição responsável de garantia das mínimas condições administrativas, mesmo com desgaste e dificulades internas.

Estamos cheios de energia e coragem para enfrentar os novos embates que se avizinham. Como um bom esportista, o PMDB não se conformará em participar do jogo no banco de reservas. Buscaremos, em breve, chegar ao governo para implementarmos nosso programa de ações e colocar em prática em nossa cidade as mudanças que estamos defendendo há alguns anos.

Nosso desafio é construir uma sociedade para todos com a retomada do desenvolvimento. Para esse desafio o Manda Brasa se ergue e, certamente, escreverá novas páginas de História em benefício de Joaçaba.